TEMA: Irenologia
Nossa aula foi:
3ºA,terça-feira,
12 de maio de 2026 .
3ºB,terça-feira,
12 de maio de 2026 .
3ºC,terça-feira,
12 de maio de 2026 .
EIXO TEMÁTICO
HABILIDADE NA BNCC
(EM13CHS604) Discutir o papel dos organismos internacionais no contexto mundial, com vistas à elaboração de uma visão crítica sobre seus limites e suas formas de atuação nos países, considerando os aspectos positivos e negativos dessa atuação para as populações locais.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO DC-GOEM
(GO-EMCHS604D) Analisar a atuação da ONU no Brasil Contemporâneo, pesquisando a influência da Filosofia Humanista como base ética da reflexão e atuação em prol dos direitos fundamentais para construir uma visão crítica sobre o papel dos organismos internacionais no contexto dos Direitos Humanos.
Compreender o pensamento político de Tomás de Aquino (o papel do governante no cuidado dos súditos).
Analisar, por meio da filosofia de Erasmo de Roterdã, a relação entre a filosofia humanista e os princípios fundamentais dos direitos humanos.
CONTEÚDO
Organismos Internacionais
METODOLOGIA:
Os objetivos da aula são:
Compreender o conceito de irenologia como ciência da paz e sua origem após a Segunda Guerra Mundial
Analisar criticamente o contexto histórico do
surgimento da ciência da paz diante da escalada armamentista nuclear
Relacionar a necessidade de educação para a paz com
os desafios contemporâneos, incluindo a dimensão ambiental
Desenvolver capacidade argumentativa sobre
alternativas não violentas para resolução de conflitos
Para tanto, nos serviremos da seguinte estrutura de
aula:
Apresentar aos estudantes a questão-problema: "Se existem 12,5 mil ogivas nucleares no mundo, por que ainda não conseguimos construir uma paz duradoura?"
Solicitar que cada estudante anote individualmente
três hipóteses explicativas em seu caderno
Distribuir o texto "Irenologia: a ciência da
paz"
Orientar leitura individual com marcação de
conceitos-chave: irenologia, paz positiva, educação para a paz,
multidisciplinaridade
Cada estudante deve sublinhar no texto as respostas
parciais para a questão-problema inicial
Propor que cada estudante elabore um quadro
comparativo entre:
Coluna 1: "Paz como ausência de guerra" (conceito negativo)
Coluna 2: "Paz como construção ativa" (conceito positivo da irenologia)
Solicitar que identifiquem no texto exemplos de
cada concepção
Estudantes devem produzir parágrafo argumentativo
respondendo: "Por que a educação para a paz precisa incluir a relação
harmoniosa com a natureza?" (parágrafo 5 do texto)
Exigir fundamentação com base nas informações
textuais e conexão com os ODS (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 16)
MATERIAL:
Moderna Plus Filosofia, páginas 319.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA🎒
Explique o que é irenologia e qual contexto histórico motivou seu surgimento como ciência. (Valor: 3,0 pontos)
Critério: identificação do conceito, menção ao pós-Segunda Guerra e ao
arsenal nuclear
Por que o texto afirma que a irenologia define paz sem usar a negação
"não guerra"? Apresente argumentos com base no texto. (Valor: 3,5
pontos)
Critério: compreensão da paz positiva, menção à multidisciplinaridade e
propostas não violentas
Analise a afirmação do parágrafo 5: por que educação para a paz deve
incluir a relação entre ser humano e natureza? (Valor: 3,5 pontos)
Critério: conexão entre violência estrutural, paz sustentável e dimensão
ecológica
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒
O que significa a palavra "irenologia"? Circule a resposta correta: (Valor: 3,0 pontos)
a) Ciência da guerra
b) Ciência da paz
c) Ciência das armas
d) Ciência da política
Dica: Releia o parágrafo 2 do texto.
Complete a frase com as palavras do quadro: (Valor: 3,5 pontos) Quadro de
palavras: guerra | paz | violência | conflitos "A irenologia estuda
maneiras de resolver _ sem usar a ." Dica: A resposta está no parágrafo 4.
Desenhe ou escreva: Por que é importante estudar sobre a paz nas escolas?
(Valor: 3,5 pontos)
Critério: expressão de compreensão sobre educação para paz (aceitar
resposta em forma de texto curto, lista de palavras ou desenho legendado)
MATERIAL:
Irenologia: a ciência da paz
1. A partir da segunda metade do século XX, com o desenvolvimento tecnológico, aumentou-se a capacidade destrutiva das armas, colocando em risco a Vida no planeta. Segundo relatório do Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo — Stockholm ODS 16 International Peace Research Institute (Sipri) —, estima-se que, no início de 2023, existiam cerca de 12,5 mil ogivas nucleares no mundo, sendo 90% delas pertencentes aos Estados Unidos e Rússia. Reino Unido, França, China, Paquistão, Índia, Israel e Coreia do Norte também detém armamentos desse tipo, que se caracterizam pelo alto poder destrutivo e pelas consequências a longo prazo para os indivíduos e o meio ambiente. Embora estudos indiquem a redução geral do número de ogivas nucleares a cada ano, os países continuam modernizando seus arsenais nucleares.
2. O temor provocado pela radicalização das guerras gerou a atuação mais firme de grupos pacifistas. Após a Segunda Guerra Mundial, alguns estudiosos dedicaram-se a compreender a ideia de paz sem defini-la pela negação, como não guerra. Assim nasceu a ciência da paz, ou irenologia, nome derivado do termo grego eirene, que significa "paz".
3. Intelectuais de diversas áreas do saber, como ciência política, sociologia, economia, psicologia, história, filosofia e direito internacional, desenvolvem pesquisas multidisciplinares sobre a ciência da paz. A iniciativa para tais estudos partiu da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, da qual participaram filósofos notáveis, como o britânico Bertrand Russell, conhecido pelas suas manifestações públicas contra as armas nucleares.
4. Paralelamente aos organismos mundiais, grupos da sociedade civil estudam e debatem as causas da violência, além de proporem alternativas não violentas para solucionar conflitos. O grande obstáculo tem sido transformar teorias em práticas, o que pressupõe preparar as novas gerações por meio da educação para a paz.
5. Uma educação para a paz, na atualidade, requer pensar não só na relação de concórdia entre os indivíduos, mas também na relação harmoniosa entre o ser humano e a natureza.
Nossa aula foi:
3ºA,
3ºB,
3ºC,
(EM13CHS604) Discutir o papel dos organismos internacionais no contexto mundial, com vistas à elaboração de uma visão crítica sobre seus limites e suas formas de atuação nos países, considerando os aspectos positivos e negativos dessa atuação para as populações locais.
(GO-EMCHS604D) Analisar a atuação da ONU no Brasil Contemporâneo, pesquisando a influência da Filosofia Humanista como base ética da reflexão e atuação em prol dos direitos fundamentais para construir uma visão crítica sobre o papel dos organismos internacionais no contexto dos Direitos Humanos.
Compreender o pensamento político de Tomás de Aquino (o papel do governante no cuidado dos súditos).
Analisar, por meio da filosofia de Erasmo de Roterdã, a relação entre a filosofia humanista e os princípios fundamentais dos direitos humanos.
Organismos Internacionais
Os objetivos da aula são:
Compreender o conceito de irenologia como ciência da paz e sua origem após a Segunda Guerra Mundial
Apresentar aos estudantes a questão-problema: "Se existem 12,5 mil ogivas nucleares no mundo, por que ainda não conseguimos construir uma paz duradoura?"
Coluna 1: "Paz como ausência de guerra" (conceito negativo)
Coluna 2: "Paz como construção ativa" (conceito positivo da irenologia)
Moderna Plus Filosofia, páginas 319.
Explique o que é irenologia e qual contexto histórico motivou seu surgimento como ciência. (Valor: 3,0 pontos)
O que significa a palavra "irenologia"? Circule a resposta correta: (Valor: 3,0 pontos)
a) Ciência da guerra
b) Ciência da paz
c) Ciência das armas
d) Ciência da política
Irenologia: a ciência da paz
1. A partir da segunda metade do século XX, com o desenvolvimento tecnológico, aumentou-se a capacidade destrutiva das armas, colocando em risco a Vida no planeta. Segundo relatório do Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo — Stockholm ODS 16 International Peace Research Institute (Sipri) —, estima-se que, no início de 2023, existiam cerca de 12,5 mil ogivas nucleares no mundo, sendo 90% delas pertencentes aos Estados Unidos e Rússia. Reino Unido, França, China, Paquistão, Índia, Israel e Coreia do Norte também detém armamentos desse tipo, que se caracterizam pelo alto poder destrutivo e pelas consequências a longo prazo para os indivíduos e o meio ambiente. Embora estudos indiquem a redução geral do número de ogivas nucleares a cada ano, os países continuam modernizando seus arsenais nucleares.
2. O temor provocado pela radicalização das guerras gerou a atuação mais firme de grupos pacifistas. Após a Segunda Guerra Mundial, alguns estudiosos dedicaram-se a compreender a ideia de paz sem defini-la pela negação, como não guerra. Assim nasceu a ciência da paz, ou irenologia, nome derivado do termo grego eirene, que significa "paz".
3. Intelectuais de diversas áreas do saber, como ciência política, sociologia, economia, psicologia, história, filosofia e direito internacional, desenvolvem pesquisas multidisciplinares sobre a ciência da paz. A iniciativa para tais estudos partiu da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, da qual participaram filósofos notáveis, como o britânico Bertrand Russell, conhecido pelas suas manifestações públicas contra as armas nucleares.
4. Paralelamente aos organismos mundiais, grupos da sociedade civil estudam e debatem as causas da violência, além de proporem alternativas não violentas para solucionar conflitos. O grande obstáculo tem sido transformar teorias em práticas, o que pressupõe preparar as novas gerações por meio da educação para a paz.
5. Uma educação para a paz, na atualidade, requer pensar não só na relação de concórdia entre os indivíduos, mas também na relação harmoniosa entre o ser humano e a natureza.
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