TEMA: Sören Aabye
Kierkegaard (1813 -1855)
Nossa aula foi:
3ºA,quinta-feira,
22 de janeiro de 2026 . Retomada quarta-feira, 28 de janeiro de 2026 .
3ºB,quinta-feira,
22 de janeiro de 2026 . Retomada quarta-feira, 28 de janeiro de 2026 .
3ºC,quinta-feira,
22 de janeiro de 2026 . Retomada quarta-feira, 28 de janeiro de 2026 .EIXO TEMÁTICO
HABILIDADE NA BNCC
(EM13CHS603) Analisar a formação de diferentes países, povos e nações e de suas experiências políticas e de exercício da cidadania, aplicando conceitos políticos básicos.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO DC-GOEM
(GO-EMCHS603A) Entender os processos de formação da Primeira Guerra Mundial, utilizando os fatos históricos que remetam às experiências políticas e de exercício da cidadania para sistematizar os conceitos de Estado, poder, sistemas e regimes de governo. Compreender o pensamento político de Hannah Arendt para pensar criticamente o poder e a soberania no Estado contemporâneo. Analisar as relações de poder nas sociedades contemporâneas a partir do pensamento de Foucault.
CONTEÚDO
METODOLOGIA:
Os objetivos da aula são:
Identificar aspectos da biografia e do contexto histórico de Kierkegaard presentes no texto-base.
Compreender a crítica de Kierkegaard ao idealismo alemão e à filosofia de Hegel, relacionando “existência concreta” e construção de ideias.
Analisar a atualidade do pensamento kierkegaardiano (autenticidade, liberdade e responsabilidade) a partir de exemplos do cotidiano.
Argumentar oralmente e por escrito, utilizando evidências do texto-base (citações curtas/paráfrases).
Para tanto, nos serviremos da seguinte estrutura de
aula:
Realizar acolhida e apresentar o tema da aula (“Kierkegaard e a existência concreta”) e os objetivos no quadro/slide.
Ativar conhecimentos prévios por meio de pergunta disparadora e registro rápido: “O que significar existir?” e “O que significar ser autêntico?”.
Organizar a turma em grupos e aplicar Rotação por Estações, estruturando diferentes tarefas sobre o mesmo texto e prevendo tempo de rodízio (ex.: 10–15 min por estação).
Mediar a leitura do texto-base, orientar a gestão do tempo e circular entre as estações para apoiar a argumentação e a retomada de trechos relevantes.
Estações sugeridas (todas baseadas no texto entregue):
Estação 1 – Leitura guiada e marcação: identificar no texto:
(a) Dados biográficos: grifar informações como local de nascimento, formação/atuação religiosa e temas de estudo (angústia, existência, ética, religião) e reconhecer a caracterização como precursor do existencialismo.
(b) Mudanças históricas na Dinamarca: grifar
trechos que indiquem “antes e depois” (sociedade pequena,
monarquia/clero/monarca absoluto → mudanças com telégrafo, navios a vapor,
ferrovias e transformações políticas culminando na Constituição de 1849).
(c) Crítica a Hegel/idealismo: grifar a oposição ao
idealismo/sistema abstrato e marcar a ideia central “priorizar a existência
concreta/indivíduo” em vez de começar por ideias gerais.
(d) Relevância atual: grifar frases que conectem a
obra à crítica à sociedade/instituições e às noções de autenticidade, liberdade
e responsabilidade na vida contemporânea.
Estação 2 – Linha do tempo e contexto: construir
mini linha do tempo com 4–6 eventos citados (ex.: telégrafo, vapor, ferrovias,
Revolução de 1848, Constituição de 1849) e explicar como mudanças rápidas
afetam a vida/visão de mundo.
Explicar que a comunicação mais rápida (telégrafo) reduzir tempo de circulação de notícias e aumentar sensação de “imediatismo”, com impacto em decisões, boatos e opinião pública.
Explicar que navios a vapor e ferrovias encurtar
distâncias, intensificar deslocamentos e ampliar contatos sociais/econômicos,
mudando referências de tempo e espaço.
Explicar que a mudança política de 1848–1849 (fim
da monarquia absoluta e constitucionalização) alterar relações de poder e a
ideia de “quem manda/quem participa”, influenciando como as pessoas se enxergam
como cidadãos.
Estação 3 – Debate relâmpago (argumentação):
formular uma tese do grupo (“A filosofia deve começar pela existência
concreta”) e sustentar com 2 evidências do texto; realizar réplica e tréplica
curtas.
Evidência 1 (crítica ao idealismo/Hegel): apontar que Kierkegaard se opor ao pensamento idealista dominante e ao enfoque hegeliano em um desenvolvimento histórico/sistêmico, defendendo priorizar a existência concreta do indivíduo.
Evidência 2 (existência e autenticidade): apontar
que a obra criticar sociedade/instituições e afirmar que o ser humano dever
assumir responsabilidade por ser autêntico e construir a própria verdade,
conectando isso ao ponto de partida existencial.
MATERIAL:
Apostila Goiás Tec, 3ª série, 1º bimestre, capítulo 1.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA🎒
Avaliar a participação nas estações (colaboração, respeito ao tempo e ao grupo).
Avaliar a argumentação oral no debate relâmpago (apresentar tese, justificar com evidência do texto, escutar e responder).
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒
Manter os mesmos objetivos essenciais, flexibilizar forma/apoios e reduzir carga de escrita sem reduzir o conteúdo central.
Propor resposta por escolha guiada + oralidade: selecionar (com apoio do
professor) 2 frases do texto que indiquem (a) crítica ao idealismo/Hegel e (b)
ideia de autenticidade/responsabilidade, e explicar oralmente com palavras
próprias.
Oferecer suporte de leitura e compreensão: instruções em linguagem simples, segmentação do texto em partes menores e verificação de compreensão por perguntas objetivas (quem/onde/quando/o que mudou/qual crítica/por quê atual).
MATERIAL:
Sören Aabye Kierkegaard (1813 -1855)
1. Kierkegaard nasceu em Copenhague, Dinamarca, em 1813. Ele era filho de um pastor luterano e cresceu num ambiente religioso introspectivo. Estudou teologia e se tornou pastor, mas logo abandonou o ministério, se dedicou a vida filosófica e escreveu obras que exploraram temas como a angústia, a existência humana, a ética e a religião. Kierkegaard é considerado um dos precursores do existencialismo e um dos mais importantes pensadores da filosofia moderna.
2. Como a vida de qualquer pessoa, a de Kierkegaard deve ser considerada em relação à sua época. A época de Kierkegaard foi um período de transição rápida e fundamental de uma era para outra muito diferente. A Dinamarca que Kierkegaard herdou era uma sociedade pequena, de relações face a face, caracterizada pela autoridade visível de elites hereditárias, por um clero sancionado pelo Estado e um monarca absoluto. A imensa maioria da população era formada por camponeses que tinha pouco ou nenhum controle sobre sua terra e absolutamente nenhum controle sobre assuntos do Estado ou da igreja. Os meios de comunicação e transporte eram lentos: em terra, isso significava que as pessoas dependiam de cavalos ou tinham de andar a pé; no mar, as viagens e o transporte dependiam das vicissitudes do vento. Durante a vida de Kierkegaard (1813-1855) tudo isso mudou. O telégrafo tornou a divulgação de informações (ou desinformações) instantânea. Navios a vapor e estradas de ferro revolucionaram e aceleraram muito o transporte de mercadorias e pessoas. E, mais drasticamente, os acontecimentos políticos das décadas de 1830 e 1840, culminando na Revolução de Março de 1848 e na Constituição dinamarquesa de junho de 1849, transformaram totalmente a paisagem política e eclesiástica. A Dinamarca passou, de repente, de uma monarquia absoluta para um Estado constitucional e democrático com o mais amplo direito de voto do mundo: todo chefe de família tinha direito de votar. O Estado dinamarquês pertencia ao povo dinamarquês.
3. Os pensamentos filosóficos de Kierkegaard foram contra a corrente do pensamento idealista alemão que dominou a Europa no século XIX e a filosofia de Hegel, que defendia o ser humano como parte de um desenvolvimento histórico. Para Kierkegaard a filosofia deve se ocupar inicialmente sobre a existência concreta, primeiramente o ser humano existe para depois serem construídas as ideias.
4. Desde os primórdios da filosofia, o ser humano tem se debruçado sobre o mistério da existência. Kierkegaard é um dos filósofos que mais contribuiu para o entendimento do homem contemporâneo e sua relação com o mundo. Sua obra é uma crítica à sociedade e às instituições que regem a vida em comunidade. Para Kierkegaard, o homem deve assumir a responsabilidade de ser autêntico e de construir sua própria verdade. Nesse sentido, a filosofia de Kierkegaard é extremamente relevante para os dias atuais, em que as pessoas buscam cada vez mais a autenticidade e a liberdade.
Nossa aula foi:
3ºA,
3ºB,
3ºC,
(EM13CHS603) Analisar a formação de diferentes países, povos e nações e de suas experiências políticas e de exercício da cidadania, aplicando conceitos políticos básicos.
(GO-EMCHS603A) Entender os processos de formação da Primeira Guerra Mundial, utilizando os fatos históricos que remetam às experiências políticas e de exercício da cidadania para sistematizar os conceitos de Estado, poder, sistemas e regimes de governo. Compreender o pensamento político de Hannah Arendt para pensar criticamente o poder e a soberania no Estado contemporâneo. Analisar as relações de poder nas sociedades contemporâneas a partir do pensamento de Foucault.
Estado, poder, formas, sistemas e regimes de governo
Os objetivos da aula são:
Identificar aspectos da biografia e do contexto histórico de Kierkegaard presentes no texto-base.
Compreender a crítica de Kierkegaard ao idealismo alemão e à filosofia de Hegel, relacionando “existência concreta” e construção de ideias.
Analisar a atualidade do pensamento kierkegaardiano (autenticidade, liberdade e responsabilidade) a partir de exemplos do cotidiano.
Argumentar oralmente e por escrito, utilizando evidências do texto-base (citações curtas/paráfrases).
Realizar acolhida e apresentar o tema da aula (“Kierkegaard e a existência concreta”) e os objetivos no quadro/slide.
Ativar conhecimentos prévios por meio de pergunta disparadora e registro rápido: “O que significar existir?” e “O que significar ser autêntico?”.
Organizar a turma em grupos e aplicar Rotação por Estações, estruturando diferentes tarefas sobre o mesmo texto e prevendo tempo de rodízio (ex.: 10–15 min por estação).
Mediar a leitura do texto-base, orientar a gestão do tempo e circular entre as estações para apoiar a argumentação e a retomada de trechos relevantes.
Estações sugeridas (todas baseadas no texto entregue):
Estação 1 – Leitura guiada e marcação: identificar no texto:
(a) Dados biográficos: grifar informações como local de nascimento, formação/atuação religiosa e temas de estudo (angústia, existência, ética, religião) e reconhecer a caracterização como precursor do existencialismo.
Explicar que a comunicação mais rápida (telégrafo) reduzir tempo de circulação de notícias e aumentar sensação de “imediatismo”, com impacto em decisões, boatos e opinião pública.
Evidência 1 (crítica ao idealismo/Hegel): apontar que Kierkegaard se opor ao pensamento idealista dominante e ao enfoque hegeliano em um desenvolvimento histórico/sistêmico, defendendo priorizar a existência concreta do indivíduo.
Apostila Goiás Tec, 3ª série, 1º bimestre, capítulo 1.
Avaliar a participação nas estações (colaboração, respeito ao tempo e ao grupo).
Avaliar a argumentação oral no debate relâmpago (apresentar tese, justificar com evidência do texto, escutar e responder).
Manter os mesmos objetivos essenciais, flexibilizar forma/apoios e reduzir carga de escrita sem reduzir o conteúdo central.
Oferecer suporte de leitura e compreensão: instruções em linguagem simples, segmentação do texto em partes menores e verificação de compreensão por perguntas objetivas (quem/onde/quando/o que mudou/qual crítica/por quê atual).
Sören Aabye Kierkegaard (1813 -1855)
1. Kierkegaard nasceu em Copenhague, Dinamarca, em 1813. Ele era filho de um pastor luterano e cresceu num ambiente religioso introspectivo. Estudou teologia e se tornou pastor, mas logo abandonou o ministério, se dedicou a vida filosófica e escreveu obras que exploraram temas como a angústia, a existência humana, a ética e a religião. Kierkegaard é considerado um dos precursores do existencialismo e um dos mais importantes pensadores da filosofia moderna.
2. Como a vida de qualquer pessoa, a de Kierkegaard deve ser considerada em relação à sua época. A época de Kierkegaard foi um período de transição rápida e fundamental de uma era para outra muito diferente. A Dinamarca que Kierkegaard herdou era uma sociedade pequena, de relações face a face, caracterizada pela autoridade visível de elites hereditárias, por um clero sancionado pelo Estado e um monarca absoluto. A imensa maioria da população era formada por camponeses que tinha pouco ou nenhum controle sobre sua terra e absolutamente nenhum controle sobre assuntos do Estado ou da igreja. Os meios de comunicação e transporte eram lentos: em terra, isso significava que as pessoas dependiam de cavalos ou tinham de andar a pé; no mar, as viagens e o transporte dependiam das vicissitudes do vento. Durante a vida de Kierkegaard (1813-1855) tudo isso mudou. O telégrafo tornou a divulgação de informações (ou desinformações) instantânea. Navios a vapor e estradas de ferro revolucionaram e aceleraram muito o transporte de mercadorias e pessoas. E, mais drasticamente, os acontecimentos políticos das décadas de 1830 e 1840, culminando na Revolução de Março de 1848 e na Constituição dinamarquesa de junho de 1849, transformaram totalmente a paisagem política e eclesiástica. A Dinamarca passou, de repente, de uma monarquia absoluta para um Estado constitucional e democrático com o mais amplo direito de voto do mundo: todo chefe de família tinha direito de votar. O Estado dinamarquês pertencia ao povo dinamarquês.
3. Os pensamentos filosóficos de Kierkegaard foram contra a corrente do pensamento idealista alemão que dominou a Europa no século XIX e a filosofia de Hegel, que defendia o ser humano como parte de um desenvolvimento histórico. Para Kierkegaard a filosofia deve se ocupar inicialmente sobre a existência concreta, primeiramente o ser humano existe para depois serem construídas as ideias.
4. Desde os primórdios da filosofia, o ser humano tem se debruçado sobre o mistério da existência. Kierkegaard é um dos filósofos que mais contribuiu para o entendimento do homem contemporâneo e sua relação com o mundo. Sua obra é uma crítica à sociedade e às instituições que regem a vida em comunidade. Para Kierkegaard, o homem deve assumir a responsabilidade de ser autêntico e de construir sua própria verdade. Nesse sentido, a filosofia de Kierkegaard é extremamente relevante para os dias atuais, em que as pessoas buscam cada vez mais a autenticidade e a liberdade.
ENEM 2022 - Em primeiro lugar, é preciso
libertar-se do preconceito segundo o qual a filosofia é apenas uma disciplina
particular, apenas o trabalho de um círculo restrito de pessoas que dedicam sua
atividade a refletir e a indagar sobre certos tipos de problemas. A filosofia é
isso também, mas não só. Deve haver uma filosofia como ato existencial, que faz
do homem um ente que pergunta, duvida, teme e age para dominar o futuro (ABBAGNANO,
N. Introdução ao existencialismo. São Paulo: Martins Fontes, 2001 (adaptado)).
De acordo com a corrente de pensamento do
século XX da qual o texto trata, o tema fundamental da filosofia é o(a)
a) realidade
humana, seu sentido e possibilidades.
b) mundo físico, sua essência e leis
reguladoras.
c) lógica, suas inferências e estudos de
validade.
d) imaginação, seus objetos e contribuições.
e) conhecimento, sua natureza e condições.
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